"Se as várias estimativas que temos recebido se concretizarem, em 40 anos ficaremos sem peixe"

- Pavan Sukhdev, economista e consultor da ONU, sobre o eventual esgotamento dos recursos piscícolas a nível mundial, em 2050 (In Visão 20/26 Maio 2010)

quarta-feira, 31 de março de 2010

Você sabe mesmo lidar com anzóis? (Parte II)


Para começar a ler este texto pela 1ª parte, CLIQUE AQUI.

Anzol de farpas, vulgarmente utilizado para iscos naturais

Técnica do Avanço, Corte e Retrocesso

Este método exige um alicate de corte, suficientemente robusto e capaz de cortar o aço-carbono dos anzóis, em especial os de maior dimensão. A vantagem deste método de remoção é ser normalmente bem sucedida, mesmo em anzóis grandes.


Depois de cortar a farpa, retirar o anzol, puxando em sentido contrário


A técnica de avanço, corte e retrocesso é mais indicada quando o anzol está próximo da superfície da pele, já no sentido da saída da mesma.
O objectivo é aceder à farpa do anzol – pode ser necessário prosseguir com a penetração! – cortar o anzol após a mesma com o alicate de corte e retirar o anzol no sentido contrário ao da sua entrada.

Em anzóis espetados profundamente pode ser necessário fazer avançar o mesmo para aceder à farpa

Como em todos os métodos referidos, estas operações devem ser efectuadas com destreza e rapidez de forma a diminuir o stress da vítima.

Técnica de Corte e Avanço do Anzol

Relativamente parecida com a técnica anterior, também exige a utilização de um alicate de corte adequado. Neste caso a parte do anzol que se deve cortar é a argola ou patilha de empate, consoante o tipo que o anzol em causa disponha.

Depois do corte, fazer avançar o anzol, puxando-o pela parte já exposta do bico

Este método é particularmente adequado quando o anzol possuiu farpas múltiplas e estas estejam enterradas. Estes anzóis são bastante utilizados na pesca com iscos naturais - vermes, com o objectivo de segurar com mais eficácia o isco o corpo do anzol.
Passa assim por ser o método alternativo ao anterior, empregado quando não é possível retroceder o movimento do anzol, caso as farpas adicionais tenham penetrado na vítima.
Depois de cortado o dispositivo de empate (argola, olhal ou patilha) faz-se avançar o anzol de forma a poder ser retirado, por exemplo, com a ajuda do mesmo alicate, sem no entanto o cortar.

Em caso de penetrações profundas ou anzóis com farpas, não é aconselhável puxar para trás, pelo que esté método é o recomendado

Conclusão

Estas intervenções, apesar da aparente facilidade de execução, não são fáceis de realizar. Os intervenientes devem estar conscientes de que há necessidade de algum à-vontade e até algum sangue-frio, para que sejam bem sucedidas. Recorrer aos cuidados dos profissionais de saúde deve por isso ser – reforço a ideia – obrigatório sempre que nos assalte qualquer dúvida de como proceder ou se a vítima não apresentar serenidade que permita que qualquer uma destas técnicas seja realizada no local onde ocorreu.

É que pode até acontecer em casa, quando preparamos baixadas, estralhos, terminais ou substituímos anzóis triplos e afins!

Recomendações

Tipos de anzol
Existem inúmeros tipos de anzóis, concebidos para as mais diversas modalidades de pesca. O seu formato deve ser considerado, quando precisamos de os remover de um local em que se espetou acidentalmente.



Os anzóis triplos
No caso de anzóis triplos e múltiplas penetrações, a tarefa poderá ficar mais facilitada se separar cada anzol espetado, retirando-os um a um e utilizando depois a técnica mais adequada a cada um. No entanto, se estiver apenas um dos anzóis envolvido, poderá ser mais fácil manusear o conjunto, se utilizar as técnicas da linha de pesca e do avanço, corte e retrocesso. Ainda assim, vale a pena eliminar os bicos e farpas dos restantes que não estejam cravados, evitando assim novas picadas acidentais, quer ao paciente quer a quem o tenta ajudar.

O anzol triplo deve merecer uma atenção especial

Kit de emergência

Por uma questão de precaução, tenho no meu barco, aquilo que considero o Kit de Emergência para estas ocasiões:
- Um alicate de corte - capaz de decepar anzóis 5/0 de mar, um spray anestesiante, bisturis em embalagens individuais esterilizadas, algumas comprensas, soro fisiológico para limpeza de feridas, desinfectante tipo Betadine, algodão em rama e pensos de vários tamanhos.
Considere que o gelo ou os acumuladores térmicos de frio da nossa geleira, quando disponíveis, podem servir em caso de necessidade, como um anestesiante de recurso.

Kit de emergência para anzóis espetados acidentalmente


Cuidados adicionais
Normalmente, nestes casos em que procedemos à remoção dum anzol, não é necessário recorrer à administração de antibióticos, mas como sabemos, qualquer cidadão deve ter a vacinação anti-tetânica em dia, que recordo, deve ser administrada de dez em dez anos, até ao fim das nossas vidas.
Ainda assim, depois de qualquer intervenção deste género, deve-se quanto antes proceder à desinfecção do ferimento com qualquer produto do género Betadine, mantendo a terapêutica e os necessários cuidados de verificação até à cicatrização da ferida.


Texto da minha autoria e publicado na revista Mundo da Pesca, Especial Mar 2009

domingo, 21 de março de 2010

Cenários truteiros

Cada uma das pescas que fazemos tem pelo menos um factor diferente das restantes.
No caso da pesca às trutas, o que mais me fascina é o cenário em que se desenrola.
A água fria e cristalina, as quedas de água, a mística das manhãs de nevoeiro e frio, são elementos que dominam a paisagem e nos envolvem, obrigando-nos a pertencer a ela.
A pesca decorre num meio líquido que está em constante movimento.
Nós próprios estamos em constante movimento também, tentando as trutas aqui, ali e acolá. Elas próprias, estão de igual forma em permanente movimento e quando não são enganadas pelo pescador denunciam-se apenas com suas silhuetas, tal como relâmpagos escuros, que ficamos na dúvida se vimos acontecer.

Aqui ficam algumas das primeiras fotos deste ano, sem comentários, só para observar...







terça-feira, 16 de março de 2010

A Catch Magazine


Uma das revistas electrónicas ou e-zines, que me dá particular gozo visitar na Web, da qual sou subscritor e me identifico bastante, é a Catch Magazine, que conta já com décima edição saída neste mês de Março. Inteiramente gratuita, conta com a participações de variados correspondentes de várias partes do globo que têm em comum duas grandes paixões, que também eu tenho: a pesca à mosca e a imagem, seja em fotografia ou filme. Esta mescla de actividades dá origem a um espaço de soberbas fotos e vídeos de pesca, como não conheço em mais lugar algum, quer na web quer em papel impresso.
A espectacularidade das imagens que aqui encontramos, em que muito raramente se observa mais que um peixe capturado, é de facto um enorme contraste com algumas imagens que encontramos em diversos espaços pessoais de pesca, na net. Não percebo as fotografias de alcofas abarrotar e serapilheiras com peixes perfilados pela direita, como se estivessem em parada militar, na presença do pescador que empunha a cana, em pose de matador… Será que precisam de provar alguma coisa a alguém?
A Catch Magazine auto-intitula-se como o jornal oficial da pesca à pluma, fotografia e filme e apresenta-nos em cada número, vários cenários de pesca e alguns vídeos com possibilidade de visualização em HD - Alta Definição. Neste modo, convém que o acesso à net, seja com uma ligação ADSL de razoável velocidade para evitar paragens durante o visionamento do filme.
Por isso, recomendado! Para acesso directo clique aqui.

terça-feira, 9 de março de 2010

Você sabe mesmo lidar com anzóis? (Parte I)

Embora escrito de forma simples, este texto é baseado no documento “Fishhook Removal” dos americanos Matthew Gammons, M.D. e Eduard Jackson, M.D., docentes do Michigan State University College of Human Medicine, East Lansing, Michigan. No entanto, sofreu algumas adaptações e opiniões da minha parte, fruto de 30 anos a mexer em anzóis, de vários tamanhos e feitios.

Embora não sejam muito frequentes os acidentes pessoais envolvendo anzóis, quando acontecem, devemos estar preparados para lidar com eles. A maioria destes ferimentos não é grave e pode até ser tratado no local onde ocorre. Apesar disso, todos os episódios envolvendo anzóis cravados em pessoas, exigem uma avaliação cuidadosa do sítio onde o anzol se encontra, antes de tentar a sua remoção.

Se o traumatismo ocorreu na região ocular, por motivos óbvios nunca deve ser tentada a remoção do anzol. A vítima deve ser de imediato transportada ao hospital e observada por um especialista, removendo-se apenas tudo o que for possível das imediações do anzol e que eventualmente a ele esteja ligado, como a linha, a amostra, os chumbos ou até eventualmente peixes... Se tal não for possível devem tentar imobilizar-se estes acessórios, para que não perturbem ainda mais a vítima.

Por outro lado, sempre que alguma situação nos suscite a mais pequena dúvida relativamente à possibilidade de executar estas operações de forma segura, o paciente deve ser sempre levado ao hospital, onde outros meios de tratamento, como os anestésicos, a pequena cirurgia ou outros meios de diagnóstico como o raio-X, podem proporcionar uma melhor resolução do problema, com os ideais cuidados médicos.


Diversos tipos de anzóis

Em qualquer situação, o primeiro passo é sempre avaliar o estado do paciente, colocá-lo numa posição confortável tanto quanto possível e sobretudo acalmá-lo. De seguida deveremos examinar o local do ferimento provocado pelo anzol e decidir em função do local e tipo de tecido envolvido, se é possível a sua remoção ou se será melhor encaminhar a vítima para o hospital.
No caso de considerarmos ser possível a sua remoção sem recorrer ao hospital, em função do tipo de anzol, - se é simples, com farpas múltiplas ou triplo, devemos escolher qual o método ou métodos a usar para a sua remoção.

As técnicas
As técnicas mais comuns de remoção de anzóis no local de pesca dependem fundamentalmente do tipo de anzol envolvido, da profundidade da penetração no tecido e do local/tipo de tecido.
Assim, estão identificadas quatro técnicas básicas, que depois de conhecidas, nos podem ajudar a resolver um incidente envolvendo anzóis e pessoas, que poderão até nem ser pescadoras:

1 - Técnica do retrocesso, em que o anzol é simplesmente puxado para fora.
2 - Técnica da linha de pesca, com o objectivo de anular a barbela.
3 - Técnica de Avanço, Corte e Retrocesso do anzol.
4 - Técnica de Corte e Avanço do anzol

1 - Técnica do retrocesso, anzol puxado para fora.

A técnica do retrocesso é método mais simples, mais lógico e mais fácil de executar, mas o menos bem sucedido na remoção e sobretudo mais doloroso devido à actuação da farpa nos tecidos. Por outro lado não cria ferimentos adicionais, como outros métodos originados pela remoção. Funciona bem para os anzóis com farpas simples e pequenas, espetados superficialmente.


Apertar lateralmente e fazer sair o bico do anzol na direcção oposta, empurrando a zona do empate para baixo

Durante a execução desta operação deve ser aplicada uma ligeira pressão à pata do anzol de maneira a que a farpa desencoste do tecido, enquanto se comprime lateralmente a região lesionada. Desta forma pretende-se ovalizar o caminho aberto pelo anzol e pela farpa, mas que agora irá ser percorrido em sentido contrário, criando assim espaço um pouco mais livre, para a farpa se deslocar com o mínimo de estragos. Quantas vezes já fizemos algo parecido com isto, quando inadvertidamente um anzol se espetou na nossa roupa?
No caso de um anzol de pequenas dimensões em que é difícil pegar, podemos prender um pedaço de fio de pesca à curvatura do mesmo, de forma a poder puxar com mais firmeza.



Puxar na direcção oposta. Com anzóis pequenos, pode-se usar um pedaço de fio para atar na curvatura

A remoção deve ser decidida mas cuidadosa, sendo conveniente um prévio cálculo mental da manobra. Se for detectada alguma resistência durante a remoção e esta estiver a decorrer numa região em que possam existir tendões, a intervenção deverá ser interrompida de imediato e considerado recurso a outra técnica ou mesmo intervenção hospitalar.

Este método deve ser utilizado com precauções adicionais se o anzol de encontrar localizado em determinados pontos críticos, por motivos óbvios. Assim, no caso dos lóbulos das orelhas, extremidade do nariz ou qualquer outra parte do corpo mais sensível e que não esteja solidamente fixa ao corpo, poderão em situações limite, ocorrer lesões adicionais se o anzol for grande e puxado com demasiada impetuosidade. Quando se utiliza esta técnica na variante auxiliada por um pedaço de linha de pesca para facilitar a tracção do anzol, deve ter-se o cuidado de alertar os presentes para a possibilidade deste sair de forma brusca, podendo em casos extremos, ferir alguém mais desprevenido.
Segundo os especialistas, esta técnica é a menos invasiva porque produz menos traumatismos nos tecidos para além dos que já existem e pode ser usada mesmo sem qualquer ferramenta adicional que facilite a remoção de anzóis.

2 - Técnica da linha de pesca, para anular a barbela.
Esta técnica é utilizada em ocorrências em que anzol possui a farpa exposta ou quando se encontra quase nessa condição. Se estivermos em presença da última hipótese, há necessidade de prosseguir com a penetração – tarefa que não é facilmente exequível por pessoas mais impressionáveis, de maneira a que esta fique efectivamente exposta. É um método adequado em zonas de pele e/ou músculo e que não deve ser utilizado em locais delicados e/ou com tendões ou nervos de qualquer espécie.


Depois de colocar a laçada de nylon, puxar o anzol para trás, retirando depois o nylon

Com a farpa exposta deve cortar-se um pouco de linha de pesca – nylon de preferência, de diâmetro aproximado ao tamanho do relevo da barbela. De seguida e dobrando a linha precisamente no local da barbela deve proceder-se à remoção do anzol, puxando no sentido contrário ao da penetração.

O objectivo é que o nylon dobrado na farpa, anule o efeito desta. Depois do anzol afastado, retira-se rapidamente o nylon em sentido contrário. Já vi o recurso a esta técnica pelo pescador profissional americano Hank Parker. Enquanto rodava um vídeo de pesca ao achigã, acidentalmente espetou um anzol num braço, aproveitando para fazer esta demonstração, que certamente não estava prevista no guião do filme. A gravação prosseguiu, enquanto ele removeu o anzol com algum à-vontade, retomando a pesca logo após este percalço!

Esta técnica é a indicada se não possuirmos no local qualquer ferramenta capaz de cortar o anzol e remover a farpa. Se tal for possível – cortar o anzol pela farpa, é preferível o recurso à técnica seguinte.
(Continua...)

Texto da minha autoria e publicado na revista Mundo da Pesca, Especial Mar 2009

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Pesca por Solidariedade

Clicar no cartaz para ampliar

A Vala do Ruivo em Vila Franca de Xira, vai ser palco no próximo dia 18 de Abril, de um evento muito especial: uma JORNADA DE PESCA DE SOLIDARIEDADE para com o Dinis Rosa, um menino de apenas dois anos que sofre de duas doenças raríssimas e muito sérias: Leucoencefalopatia com calcificações e quistos cerebrais associado a síndrome de COATS.

Esta condição é tão rara, na história da medicina a nível mundial, que não existe investigação médica suficiente para dar o necessário apoio aos pais do Dinis, confrontados com grandes dificuldades para fazer face aos tratamentos.

A prova de pesca tem a concentração marcada para as 06h30 no restaurante da Associação de Cultura, Recreio e Desporto de A-dos-Bispos, em Vila Franca de Xira e decorre entre as 9 e as 13 horas, com a participação (limitada a 130 pescadores) a custar 15 "carpas" (para seniores) ou 20 "carpas" (para equipas).
As inscrições estão disponíveis até às 22h de dia 16 pelos tel. 964 922 222, 965 070 425, 961 511 780, 968 939 105 ou 966 502 006; e ainda pelo tel. e fax 263 275 899.

Os prémios são às dezenas, mas o mais importante é, claro, participar para ajudar este jovem lutador e os seus pais, Sofia e Paulo.
Quem quiser saber mais sobre o Dinis Rosa pode visitar o site http://www.dinis.webnode.com/.
Ofertas e donativos estão disponíveis por estes meios:
Banco: BPN * NIB: 0079 0000 3647 1370 10 146
N.º de Conta: 36471370.10.001
IBAN: PT50 0079 0000 36471370 10 146 Código SWIFT: BPNPPTPLPT50

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

MoraPesca 2010


A VIII edição da MoraPesca vai decorrer de 19 e 21 de Fevereiro e espera receber este ano cerca de 25 mil visitantes.
Estarão presentes cerca de 30 expositores e concentra no mesmo espaço, as principais empresas de pesca, agentes do sector e as mais recentes tecnologias ligadas a este desporto.
O certame é inaugurado oficialmente na tarde do dia 19, sexta-feira pelas 17H30, sendo o encerramento no Domingo às 19H00.
Como é hábito, as entradas são gratuitas.

Programa
Sexta, 19 Fevereiro
17h30 - Cerimónia de Abertura da VIII MoraPesca
no Auditório Municipal.
18h00 - Inauguração da VIII MoraPesca
no Pavilhão de Exposições
22h30 - Encerramento do recinto da Exposição

Sábado, 20 Fevereiro
09h00 - VI Meeting da Juventude Prova de ensino destinada a Jovens Pescadores na Pista de Pesca de Mora.
10h00 - Abertura da VIII MoraPesca
12h00 - Demonstração de Pesca no recinto da feira - apoio APPA
14h00 - Demonstração de Pesca no recinto da feira - apoio APPA
14h30 - Entrega de prémios do VI Meeting da Juventude no Auditório Municipal
15h00 - Seminário - Pesca Desportiva - Rio, “Perspectivar o futuro”.
(organização - Federação Portuguesa de Pesca Desportiva)
22h00 - Encerramento do recinto da Exposição

Domingo, 21 Fevereiro
09h00 - Início da Prova de Pesca na Concessão de Pesca do Raia (Mora e Cabeção)
10h00 - Abertura da VIII MoraPesca
11h30 - Demonstração da Pesca ao Achigã (APPA) no recinto da Feira - apoio APPA
12h00 - Festa dos Campeões da APPA / 2009 - Auditório Municipal - apoio APPA
14h30 - Demonstração da Pesca ao Achigã (APPA) no recinto da Feira - apoio APPA
15h00 - Entrega de Prémios Anuais da 1ª A.R.P.D.R. - Auditório Municipal
16h30 - Entrega de prémios da Prova de Pesca - Auditório Municipal
19h00 - Encerramento da VIII MoraPesca

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Cenas de carpas à pluma

Como sabemos, há muitas maneiras de apanhar peixe.
Aqui ficam mais algumas cenas de pesca de carpas à pluma, ou como fazer saltar um peixe que habitualmente não salta quando ferrado… excepto quando pescado à pluma…

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A maior mentira do Mundo


Pessoalmente nunca gostei de ser enganado e sinto-me particularmente incomodado quando uma mentira é a nível planetário. Naturalmente, por detrás de uma grande mentira, há sempre um elevado número de mentirosos que a sustêm, com objectivos vários e em boa parte obscuros. Quando “cientistas”, de forma deliberada manipularam os resultados das suas pesquisas, e profetizem que a o Mundo acabe num deserto já neste século, o que podemos esperar mais?
O caso concreto e que considero “A maior mentira do Mundo” passa tão-somente e apenas por um tema que todos os dias ouvimos falar na comunicação social: A questão do Aquecimento Global.
De facto, esta teoria que nos vem sido administrada quase todos os dias é uma falácia das grandes. Vários factos desmontam com inúmeras provas esta especulação. Mas nada melhor que ver um documentário sobre o tema, produzido pela cadeia britânica de TV “Channel 4”. Outros há, e afinal há muitos na internet, basta uma simples busca.
Eu bem que não andava a entender os nevões dos últimos anos quase em todo o país em geral e em toda a Europa em particular. Nos últimos dias a Alemanha esteve completamente imobilizada pela neve e gelo, como já não acontecia há muito. Será pelo facto de afinal, desde 1998 que as temperaturas médias do planeta estão a diminuir?
O documentário é longo, mas só prova que foi um trabalho alicerçado na realidade e não na ficção.


















terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

“Virar” um carreto de pluma


Por vezes, quando compramos um carreto de pesca à pluma, verificamos que este vem preparado para ser utilizado com a manivela para o lado direito. Em especial se vier dos Estados Unidos ou de Inglaterra, porque por esses lados pesca-se muito manivelando à direita.

E como sabemos, se está preparado para a esquerda ou para a direita?
É simples: pegando no carreto com a manivela para a esquerda, como habitualmente faz a esmagadora maioria dos pescadores portugueses, aperta-se um pouco a embraigem e manivela-se para enrolar fio. Se sentimos algum esforço ao manivelar, e para desenrolar a bobina esta roda solta, está “ao contrário”. Ou seja, para mãos direitas. Por outro lado, se ao enrolar, a bobina não oferecer resistência, e em sentido contrário se sentir resistência, está tudo bem e pode dar utilidade à nova máquina. Note-se que a resistência se deve à fricção da embraiagem.

“Virar” o carreto é normalmente bastante simples e passa sobretudo por inverter o sentido de algumas peças e na maioria dos casos apenas uma: o rolamento do anti-retrocesso, como é o caso apresentado.

Tirar a bobina e despertar a fixação do rolamento do anti-retrocesso.


Tirar o rolamento do anti-retrocesso, virá-lo 180 graus, colocando-o no mesmo local. Podemos aproveitar e lubrificar o dito rolamento com um pouco de óleo ou massa lubrificante fina.

Apertar a fixação do rolamento do anti-retrocesso. Instalar a bobina e no carreto, dando por concluída a operação.

Como disse, noutro tipo de carretos é possível que este procedimento envolva mais peças, mas o objectivo principal é de um modo geral, desmontar, mudar de posição no mesmo local e montar.
A maioria dos casos esta tarefa é intuitiva e nem requer ferramenta, pelo que trata-se de mais um assunto de bricolage de pesca!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Lisboa Boat Show e Sport Show 2010



Transformou-se em duas Feiras: A Lisboa Boat Show e a Sport Show.

Outra das grandes mudanças foi a presença de importadores e comerciantes de marcas de pesca que decidiram também eles apostar na nova Feira. Este ano podemos lá encontrar a Vega, Amorim & Dias, Mar Peche, Barros Fishing e a Probass e Mar que irão partilhar um stand circular.

Novidade também são as três provas de pesca que irão decorrer durante a Feira: Bóia na pista de Coruche, pesca à bóia no mar, em Oeiras e embarcada ao achigã na barragem do Pego do Altar. A prova de pesca embarcada ao achigã designada por Bass Eurocup, acontece nos dias 5 e 6 de Fevereiro será nos moldes em que decorreram as edições do Eurobass Cup em Valladolid, em que estão em confronto uma equipa norte-americana e outra europeia. Cada dupla de pescadores é constituída por um pescador europeu e um norte-americano que partilham o mesmo barco. Cada um destes pescadores pesca para a sua equipa e troca periodicamente de posição no comando da embarcação. A pesagem será no recinto da FIL em Lisboa em cada um dos dias, às 19H30.

Falta referir o verdadeiro motor de toda esta dinâmica em torno da náutica e da pesca desportiva, o Sr. Javier Galiana, amigo de longa data e pescador. Sem ele, certamente as coisas não eram da mesma maneira.

Datas
De 3 a 7 Fevereiro 2010

Horário
3 a 5 Fevereiro - 15H00 / 23H00
Sádabo, 6 Fevereiro - 10H00 / 23H00
Domingo, 7 Fevereiro - 10H00 / 20H00


Preços das entradas:
Até 10 anos – Grátis
Dos 11 aos 14 – 3€
Adultos – 6€

domingo, 24 de janeiro de 2010

O Windguru


Um dos aspectos importantes para quem vai pescar, é saber com antecedência qual o estado do tempo durante a jornada. Este conhecimento antecipado é importante por vários motivos: saber os factores que influenciam directamente a acção de pesca, como o vento ou as trovoadas, ou os que influenciam o conforto do pescador.

O site de meteorologia que utilizo, inclusive por motivos profissionais e que me dá, desde há anos, mais garantias de fiabilidade é o Windguru. Para saber como vai estar o tempo no local, ou perto do local onde vai estar, basta escolher o local de entre os disponíveis, na janela "ESCOLHA LOCAL" e clicar em "Ir!"

Para além da fiabilidade, fornece previsão meteorológica de três em três horas, excepto no período das 21H00 às 03H00 em que o intervalo é de seis horas.

São vários os dados fornecidos: Velocidade do vento, direcção do vento, quantidade de precipitação, temperatura nebulosidade, ondulação, período da vaga e direcção da vaga, (para os locais junto ao mar) entre outras.

Segundo o próprio site, “o Windguru é um serviço especializado em previsões meteorológicas, orientado para os amantes de windsurf e kitesurf (entre outros...). As previsões são baseadas em modelos meteorológicos estando o Windguru em condições de fornecer previsões para qualquer local no planeta Terra. A principal razão que levou à criação deste site foi a obtenção de previsões de uma forma simples e rápida sem necessidade de pesquisar uma série de mapas meteorológicos através da internet.”

Refere ainda que “As previsões que pode visualizar neste site não são declaradamente previsões oficiais; o Windguru desenvolveu o site apenas para ajudar os utilizadores nas previsões. O que vê são tão-somente dados numéricos convertidos num formato legível pelos humanos; cabe-lhe a si decidir a forma de os interpretar. Note que os modelos são apenas... modelos; a previsão do tempo é extremamente difícil e os modelos que utilizamos bastante complicados. É normal que as previsões sejam imperfeitas".

Exemplo de uma página de informação meteorológica semanal

"As previsões são apresentadas em tabelas que mostram como serão as condições meteorológicas nos próximos dias num dado local. Sendo certo que a velocidade e direcção do vento são as informações mais importantes, são ainda indicadas a temperatura, precipitação, nebulosidade e vaga (para os locais no mar). É claro que esta não é a única informação que poderá consultar neste site: existem também um histórico de vento, previsão de marés, alguns mapas com previsões, "Previsões Top", pesquisa, um pequeno fórum para utilizadores... e espero que apareçam novas facilidades. No entanto, a base do Windguru serão sempre as tabelas de previsões. No rodapé da tabela está um atalho MapQuest (que é um bom servidor de mapas - se clicar aqui verá a posição do local num mapa), as coordenadas do local e o fuso horário - se este estiver correcto, os horários de inverno e verão deverão ser automaticamente seleccionados. Ao lado do pequeno ícone com um sol estão as horas do nascimento e ocaso do sol na hora local (estas são as horas reais do nascimento e ocaso do sol e não as do amanhecer e entardecer) ”.

A versão Pro, que exige subscrição, permite mais funcionalidades, mas garante ao mesmo tempo a subsistência do site, extremamente útil para quem, por qualquer motivo, vai estar exposto aos elementos naturais.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Alqueva bate recorde


A albufeira do Alqueva está desde a sua entrada em operação, a bater sucessivos recordes de armazenamento de água desde o dia 2 de Janeiro, quando ultrapassou o anterior recorde de 8 de Março de 2007, ao atingir a cota 150,13, segundo dados da EDIA.
Os últimos dados relativos ao dia de ontem, 5 de Janeiro, indicavam a cota 151,37 às 20h00, ficando apenas a 63 centímetros da cota máxima prevista para a albufeira e referida no Plano de Ordenamento.
Como é sabido, os últimos centímetros da cota de qualquer albufeira, são os que de mais água necessitam para encher a represa, sendo por isso ainda imprevisível, se será este ano que o Alqueva atingirá a sua máxima capacidade, sendo factor importante também a forma como vai ser feita a gestão da água que já se encontra na albufeira.
Relativamente às restantes 55 albufeiras monitorizadas pelo Instituto da Água, de um modo geral atingiram já volumes de armazenamento que afasta dificuldades de abastecimento às populações nos meses de Verão.
A chuva forte registada em Dezembro colocou as barragens com um volume médio de armazenamento que atinge os 75%. Entre as 55 albufeiras, há 23 que apresentam disponibilidades hídricas superiores a 80%. Entre elas figura a barragem de Castelo de Bode, no rio Zêzere, que abastece 2,8 milhões de habitantes de Lisboa e de 31 concelhos vizinhos e que registava no último dia de 2009 um volume de 85% da capacidade máxima.
Prevê-se por isso que os volumes de armazenamento, pelo menos até à data, permitam assegurar o normal abastecimento das populações no próximo ano, visto que superam a média obtida nas duas últimas décadas.
(Fonte: Correio da Manhã - adaptado)

domingo, 13 de dezembro de 2009

A sonda na pesca e náutica


A sonda é um dispositivo cada vez mais comum nas embarcações, quer estas sejam de pesca ou de passeio, mas que ainda deixa com dúvidas muitas pessoas que consideram a sua aquisição, funcionamento e utilidade.

Uma sonda que vulgarmente utilizamos na náutica de recreio e pesca é constituída por uma unidade central, que possuiu também o display de cristais líquidos e cérebro do sistema, e um transdutor. O princípio de funcionamento é bastante simples e baseado no conceito vulgarmente conhecido por sonar, utilizado há muito nos submarinos. Embora o transdutor seja uma peça apenas, é construído internamente por dois elementos, o emissor e o receptor de sinal. A unidade central produz um impulso eléctrico que envia ao transdutor pelo cabo condutor. Aqui o elemento emissor converte o impulso numa onda sonora, que é propagada facilmente pela água, graças às excelentes características dos líquidos na propagação de sons. Quando esta onda sonora em forma de feixe atinge qualquer objecto, é de imediato reflectida – o eco, regressando ao receptor do transdutor onde irá ser convertida em novo impulso eléctrico e devolvida à unidade central. Esta unidade trata o sinal e com base numa sequência constante de impulsos enviados e recebidos em pouco tempo, cria uma imagem representativa dos objectos e fundos que foram atingidos pelo feixe e devolvidos pelo seu eco. Para determinar as distâncias a que se encontram os objectos reflectidos, é utilizada a velocidade de propagação na água, previamente conhecida e constante, tendo em conta o tempo decorrido entre a emissão dos impulsos e a sua recepção pelo receptor do transdutor. Por isso é que a maioria das sondas actuais permite a escolha dos dois tipos de água, doce ou salgada, porque a velocidade de propagação é ligeiramente diferente devido às densidades específicas, diferente nos dois tipos de água.


Transdutor (fonte www.humminbird.com)


Claro está que potencialmente qualquer objecto encontrado em suspensão e reflectido, será considerado um peixe, quer seja um cágado, uma rã ou um pedaço de madeira. As sondas mais modernas podem representar os arcos dos objectos que correspondem justamente á área de reflexão, sendo neste caso possível com alguma experiência do operador, distinguir os diferentes alvos atingidos.

Colocação do transdutor

Se a colocação da unidade central não acarreta grandes complicações no desempenho do sistema, o mesmo já não se pode dizer quanto ao transdutor, considerando as formas mais comuns.

Uma é no interior do casco da embarcação, colado directamente no fundo com resina, se o casco for de fibra de vidro. Se o casco for noutro material já não é possível a utilização deste método. Ainda assim se no casco existirem bolhas de ar, ou espuma, a eficácia é de imediato comprometida.

No método externo e mais vulgar, o transdutor fica directamente em contacto com a água, não se colocando à partida a possibilidade de problemas na emissão e recepção dos sinais. Alguns transdutores estão equipados com sensor de temperatura da água e velocímetro, sendo este o único método possível para um desempenho real destas funcionalidades. No entanto a montagem deve ser efectuada num local onde não se vão formar bolhas de água e/ou cavitações durante a deslocação, sendo importante o facto do casco ser liso no alinhamento em direcção à proa e ausente de nervuras que possam produzir bolhas de ar.

Outra possibilidade de colocação de um transdutor externamente é no motor eléctrico, processo habitualmente utilizado pelos pescadores de achigã. A vantagem é a possibilidade de “ver para a frente” e não para trás, bem como direccionar o feixe lateralmente para o local pretendido.

Características

Qualquer sonda possui diversas características que deverão ser consideradas aquando da sua aquisição, dependendo das nossas necessidades e das condições dos locais em que pescamos.

Potência, indicada em Watts: Quanto maior a potência, maior a profundidade atingida e maior detalhe na apresentação dos ecos.

Frequência: frequência do sinal sonoro enviado ao transdutor. As frequências baixas são mais indicadas para águas profundas e no mar, enquanto as mais altas são indicadas para a água doce.
Resolução do display, quanto maior for a resolução mais detalhe, definição e real será a apresentação das imagens no visor.
Ângulos (s) trata-se do(s) cone(s) produzido(s) pelo emissor. Quanto maior for o ângulo do cone, melhor funciona a baixa profundidade e menos detalhe produz em grande profundidades, onde será preferível um ângulo inferior.

Funções genéricas

Fish ID – Identifica os reflexos como peixes e permite em alguns modelos a utilização de um alarme sonoro, consoante o tamanho de peixe seleccionado, para alertar o utilizador.
Zoom – Permite a selecção de uma gama de profundidades para melhor percepção da imagem. Ou seja se escolhermos a escala de 15 a 30 metros embora se perca informação dos primeiros 15 metros, teremos maior detalhe do fundo do que se mantivermos a habitual escala de 0 a 30 metros.

Deep Alarme – Permite o ajuste de uma profundidade mínima e sempre que esse valor é inferior ouve-se uma alarme sonoro.

Combinado Sonda e GPS (fonte www.humminbird.com)


Estes são os pontos comuns nas várias sondas de gama média e porventura as mais utilizadas na pesca quer em água doce ou salgada. Outras há, específicas de cada marca e de igual forma úteis e importantes para os utilizadores. Ainda assim os fabricantes estão constantemente a introduzir alterações nos equipamentos sendo já bastante comuns as sondas com GSP, mantendo no mesmo aparelho as funções dos dois equipamentos, com todas as vantagens e inconvenientes que isso acarreta.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Vega vence prémio internacional


A prestigiada revista britânica de pesca, Tackle Trade World acaba de distinguir com o terceiro prémio de melhor anúncio de 2009, os destrocedores série Potenza, da Vega.

A escolha dos melhores anúncios de 2009, anunciada na edição de Dezembro da conhecida revista britânica, foi feita pelo director criativo da Tackle Trade World, Mark Grafton e visou distinguir os anúncios que se destacaram ao longo do ano nas páginas da revista.

Para Mark Grafton o arranjo gráfico dos destorcedores Potenza, é bastante simples mas de grande impacto visual devido ao interessante leque de cores.

A distinção feita pela Tackle Trade World reveste-se de grande importância para a Vega, já que a publicidade em revistas da especialidade não é tarefa fácil, em particular no mercado internacional.

Com este prémio, a Vega distanciou-se de marcas particularemnte poderosas e com uma enorme penetração no mercado internacional, como a Sufix, Strike Pro, Mustad, Shimano, DAM entre outras.

sábado, 21 de novembro de 2009

A epicondilite do pescador

Retirado de http://www.healthyelbows.com/

Há cerca de um mês e meio atrás e depois de um esforço exagerado numa tarefa banal, apercebo-me duma dor no braço junto ao cotovelo, com tendência para o incomodativo, um ou dois dias depois.
Ao contrário do habitual não tinha tendência para passar, mas pelo contrário, a espalhar-se pelo resto dos músculos do braço até ao punho. Em conversa com um fisioterapeuta amigo, diagnosticou-me pelo telefone, uma epicondilite lateral ou “cotovelo de tenista”, devido ao esforço efectuado. O certo é que de tenista, só tenho mesmo o cotovelo.

Aparentemente, esta lesão é também bastante comum nos pescadores desportivos que façam lançamentos frequentes. As modalidades de pesca ao achigã com iscos artificiais, pesca à pluma e spininng de mar, estão entre as que mais originam este tipo de lesões, quer devido ao tipo de utilização do braço no lançamento, quer pelo grande número de lançamentos. Surfcasting por exemplo, é menos prejudicial, visto que no lançamento todo o corpo roda e actua, não só os braços, bem como o número de lançamentos é normalmente bastante inferior.
Quando ao que na realidade acontece, parece haver duas correntes de opinião. Alguns especialistas referem a lesão como o rompimento de micro ligações do tendão ao osso e consequente inflamação, utilizando no tratamento anti-inflamatórios, enquanto outros referem a necrose de partes do músculo junto à ligação, devido à falta de irrigação sanguínea em quantidade suficiente durante o esforço e tratam apenas com analgésicos, denominando até a lesão por "infarto do cotovelo".
Uma coisa é certa: a recuperação é extremamente longa, visto que vai de seis meses a um ano. Como a principal receita é a imobilização da área, contenção na utilização do braço e mais tarde fisioterapia, parece que vou (tentar) passar uns meses sem pescar. Haverá pior sorte para um pescador incorrigível?

Prevenção da epicondilite lateral
A melhor forma de prevenção da epicondilite lateral do cotovelo é evitar o excesso de esforço. Se ocorrer dor durante a actividade, (não me aconteceu), deve-se parar e descansar o cotovelo e efectuar pausas frequentes. A lesão pode surgir ao usar equipamento inapropriado e com muito peso. Más posturas e técnicas, podem igualmente ocasionar cotovelo de tenista. Também é importante fazer alongamentos e aquecimento antes de usar as extremidades superiores. Deve-se colocar gelo no cotovelo logo após a actividade e surja dor, descansar periodicamente para evitar exagero muscular e exercitar frequentemente os músculos dos braços, antebraços e punhos.
Foram inúmeros os sítios da net que consultei, mas deixo como referência pela simplicidade da explicação o Fisioterapia no Blog, para além da Revista Brasileira de Ortopedia e Healthyelbows.