segunda-feira, 20 de outubro de 2008
Dois quilos de carpa à pluma.
A maior ficou registada em fotos e pesou dois quilos na nossa balança.
- Epáh… parecia uma locomotiva sem vagões… dizia ele.
Foi libertada, como não podia deixar de ser.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Feira Norcaça e Norpesca

As actividades estendem-se por vários locais embora o Centro Empresarial de Bragança - NERBA, receba os visitantes da Feira e das acções indoor.
O horário é o seguinte:
Dia 16: 17.00h às 23.45h
Dia 17: 12.00h às 23.45Dia 18: 08.00h às 23.45h
Dia 19: 08.00h às 19.00h
A Organização propõe-se atingir vários objectivos tais como:
- Um projecto de valorização do património cinegético, piscícola, gastronómico e turístico do Norte.
- Um desafio a todos os caçadores, pescadores, agentes económicos e amantes da natureza.
- Um chamamento à melhor gestão dos nossos recursos hídricos e piscícolas.
- Uma evidência de que os nossos muitos rios necessitam de urgente protecção da sua variada, mas já escassa, fauna ictiológica.
- Uma resposta aos que crêem, e sempre acreditaram, no futuro da sua terra.
- Um espaço de reflexão e convívio sobre novas tecnologias, novas estratégias de protecção da caça, da pesca e do ambiente e sobre a identificação das agressões ilícitas à fauna cinegética e piscícola.
- Um encontro de todos com a natureza, a arte e a cultura de um povo.
- Um compromisso com a juventude, determinada a defender o seu património natural.
- A consciencialização de que a utilização racional dos nossos ricos recursos naturais é geradora de riqueza para todos.
- A determinação em apresentar estratégias técnicas para o aproveitamento da riqueza cinegética e piscícola do Norte de Portugal.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Ao fim do dia
São poucas, mas feitas com gosto e boa vontade.
São puras, porque não sofreram qualquer tratamento digital, tendo por isso o mérito da oportunidade das cores, dos locais, da visão do fotógrafo e até das imperfeições, naturais em tudo o que existe e é natural.
Pena que os cheiros, para mim associados a cada uma, não se possam deixar aqui.
Haverá quem, ao vê-las, lhes consiga subtrair esse cheiro, porque lhe é familiar.
Esses são os privilegiados que entendem a Natureza e por isso a amam, dependendo dessa dependência para viver tranquilamente.
Haverá outros para quem estas palavras são têm sentido. Esses, provavelmente, terão algum outro tipo de anti-depressivo...
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
A delicadeza contra a força
O dia de Março estava soalheiro, quente até para época e convidativo para um passeio no rio. Preparei o material de pesca ao achigã, embora o meu objectivo nesse dia fosse realmente outro. Se as condições o permitissem iria tentar capturar um barbo ou uma carpa, com o equipamento de pesca à pluma.
Assim, é teoricamente possível pescar estes peixes quase da mesma forma que se pescam as trutas, ou seja com imitações de insectos confeccionados por nós, quer flutuem à superfície ou afundem lentamente.
Comecei por procurar nos pequenos recantos abrigados da ligeira brisa desse dia, sinais das movimentações dos ciprinídeos. Com efeito, num deles havia várias carpas mais pequenas em cardume e uma ou outra solitária de tamanho apreciável, patrulhando a superfície.
Embora tivesse no barco uma cana de pluma de linha #8 que uso para os achigãs e é mais poderosa, optei pela das trutas, de linha #5 e por isso mais ligeira, pela maior discrição na apresentação do isco ao peixe. Assim era possível a queda da pluma na água, sem assustar as carpas que vagueavam a dez centímetros da superfície
Empatei no terminal de 0.14mm, uma ninfa de cabeça dourada em anzol nº 16. Trata-se da imitação de um insecto que passa uma parte da sua vida na água e que depois sobe à superfície para passar à fase alada.
A carpa à qual dirigi o primeiro lançamento passou ao lado do isco sem sequer lhe dispensar atenção. Algumas das seguintes, não reagiam ou mudavam de direcção. Outras ainda, dirigiam-se ao isco mas no último instante recusavam-no, desviando-se.
Estas que se dirigiam ao isco e se desviavam no último instante, tinham a particularidade de me acelerar descontroladamente o ritmo do coração, tornando esta pesca pouco recomendável a cardíacos. E se elas eram grandes...
Apesar de tentar manter alguma esperança, uma vez que algumas se interessavam pelo isco, confesso que estava já com alguma falta de fé...
Nisto, detecto mais uma potencial captura que vinha na minha direcção, nadando paralelamente à margem. Faço o lançamento e puxo ligeiramente o fio para que a imitação se posicione quase à sua frente, caindo lentamente para não a assustar. O peixe direcciona-se para o isco e suga-o de imediato. Ferro instantaneamente. O peixe dispara numa corrida quase à tona e uma dezena de metros depois, efectua um enorme salto fora de água como se fosse um achigã!!!
Eiaaaa…incrível, uma carpa a saltar durante o combate... E é enorme!... digo atabalhoadamente enquanto tento dominar minimamente a situação.
Nisto, o peixe inicia uma corrida fortíssima em direcção ao meio do rio, afundando sempre e levando quase toda a “cauda de rato” que tenho no rudimentar carreto. Volta e mais volta, dá linha, recupera linha...
Quarenta minutos depois de ferrada, o Zé Pedro consegue finalmente içá-la no camaroeiro para dentro do barco. É bem grande, e uma pequena proeza para mim que sempre quis pescar desta forma muito especial, mas que dá um enorme prazer pelo que exige de nós. E uma carpa deste tamanho é um digno adversário para um equipamento tão frágil.
O nylon onde atei a pluma tinha segundo o fabricante uma resistência de 2.300Kg, sem nós, o que não era obviamente o caso. A carpa pesou na minha balança digital 3.400 kg, sendo após a sessão de fotografias, devolvida de imediato à água pelo Zé Pedro.
O que é que mais eu podia oferecer a este peixe, que me proporcionou quarenta minutos de adrenalina, senão a vida?sexta-feira, 3 de outubro de 2008
II Festival Gastronómico do Achigã
Clique na imagem para ampliarCom efeito e a par de outro tipo de organizações, como por exemplo de cariz desportivo, em que se pretende chamar a atenção das entidades responsáveis para a preservação do achigã, este evento será certamente mais um óptimo contributo para esse objectivo.
Poderão assim os órgãos tutelares deste recurso, incrementem a ténue fiscalização na pesca desportiva, com o objectivo de evitar que nunca falte o ingrediente principal a este já famoso Festival Gastronómico.
Oxalá por isso que o Chefe Silva que até “provou achigã noutro local, mas que não tinha o tempêro daqui”, nunca saia de Vila de Rei, sem ir saciado com esta exótica iguaria. Sim, porque o achigã é uma espécie exótica…
Espero também que a famosíssima Filipa Vacondeus tenha já idealizado uns pastéis que lhe permitam aproveitar as espinhas e peles que sobraram dos diversos pratos de achigã, e no fundo concretizar mais uma iguaria, na linha daquilo a tornou eminente.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Kit Pluma: Hiro e Daiwa, linha #5/6
Este kit é constituído por uma cana Hiro Clasic Fly de 8 pés para linha #5/6 e um carreto Daiwa Lochmore-S 300, para linha #5/6 também.
A cana, construída em carbono possuiu uma excelente acção de ponta, sendo indicada para trutas, mas também muito adequada para a pesca de ciprinídeos de tamanho médio.
Uma capa em pano macio acomoda a cana, que por sua vez é inserida num tubo rígido de transporte, que lhe proporciona uma protecção completa e evita danos no equipamento.
O carreto é construído em metal de liga leve e possui um excelente acabamento em pintura cinza metalizada e prima pela simplicidade, robustez e fiabilidade.
O preço de venda deste conjunto é de 50€ e está disponível na loja Fário Desporto, na cidade da Covilhã.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
O Alburno

Trata-se de um pequeno ciprinídeo, bastante parecido com o escalo. É no entanto mais espalmado e de cor prateada, com o dorso esverdeado escuro, por oposição ao dourado do escalo. É bastante activo e encontra-se sempre em busca de comida, normalmente em pequenos cardumes desorganizados e junto à superfície da água. Alimenta-se de plâncton e pequenos insectos, crustáceos, larvas e tudo o que possa servir de alimento para refrear a sua voracidade. Os ovos são postos na areia, cascalho ou rocha, a baixa profundidade. Cresce até cerca dos vinte centímetros e por isso não tem particular interesse desportivo. No entanto e uma vez que procura insectos próximo da superfície, pode ser pescado à pluma, com imitações de insectos em anzóis 16 a 20.
Em alguns locais onde foi introduzido é já considerado uma praga e compete directamente com as espécies instaladas, saindo normalmente vencedor devido ao seu insaciável apetite.
É um adversário sem escrúpulos, para os pequenos ciprinídeos autóctones, como as bogas, escalos e ruivacos e barbos, recomendando-se por isso que não se proceda à sua introdução noutras massas de água, uma vez que irá contribuir de forma activa para a diminuição drástica das referidas espécies.
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Sopa de Plástico

Pedaços de redes de pesca, garrafas, tampas, bolas, bonecos, sapatos, isqueiros, sacos de plásticos, pequenos pedaços impossíveis de identificar e muito de tudo o que é possível ser fabricado em plástico. Segundo os mesmos cientistas, a mancha de lixo, ou sopa de plástico tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.
Esta mancha encontra-se actualmente dividida em duas grandes áreas, ligadas por uma parte estreita, junto ao atol de Midway. Um marinheiro que navegou pela área disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. “Como foi possível fazermos isso?Naveguei mais de uma semana sobre todo aquele lixo...”.
Refira-se ainda que todas as peças plásticas fabricadas desde que se inventou este material e que de alguma forma não foram recicladas, ainda estão em algum lugar do planeta. Simplesmente porque a generalidades dos plásticos demoram entre os 300 e os 500 anos a decompor.
Tamanha quantidade de lixo plástico é grave para a vida marinha. Segundo o Programa Ambiental das Nações Unidas, o plástico constitui 90% de todo o lixo flutuante nos oceanos e é a causa da morte de mais de um milhão de aves marinhas todos os anos, bem como de mais de cem mil mamíferos marinhos.
Rolhas, isqueiros e escovas de dentes já foram encontrados nos estômagos de aves mortas, principalmente albatrozes, que os engolem pensando tratar-se de comida. Estima-se ainda que cada metro quadrado de oceano contenha cerca de 46 mil pedaços de plástico. Cerca de cem milhões de toneladas de plástico são produzidas todos os anos e 10% acabam invariavelmente no mar. Cerca de um quinto do lixo vem de navios e plataformas petrolíferas, o restante vem de terra.
Está também nas nossas mãos evitar a utilização abusiva de produtos de plástico. Evite os produtos com embalagens sofisticadas e recorra aos sacos reutilizáveis.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Formiga Alada de 2 componentes
Aos primeiros raios de sol e após estas primeiras chuvadas de Outono que já ocorrem por todo o país, várias espécies de formigas aladas surgem a esvoaçar pelo campo. Vão proporcionar alimento a muitos animais que aproveitam o banquete há muito esperado, antes do difícil período do Inverno, em que quase não há insectos. Os peixes, nomeadamente os ciprinideos, não fogem à regra e tal como répteis, pássaros e até mamíferos, aproveitam tanto quanto podem esta breve fonte de proteínas.
É por isso a altura ideal para a pesca dos ciprinideos à pluma, com as imitações da conhecida formiga de asa ou agúdia, mas sem asas...
Aqui fica a minha versão de formiga, que como sou adepto da simplicidade, usa apenas além do anzol, dois componentes: Fio de montagem multifilar 3/0 de cor preta para corpos e uma pena de hackle, também preta.
O anzol pode ser de qualquer marca, desde que seja fino, entre os nºs 14 e 16 para mosca seca.
Depois de o prender o anzol no torno, preenche-se o corpo com fio de montagem desde o olhal até à curvatura, aproveitando a ponta do fio para fazer várias dobragens junto a esta e assim começar a dar mais volume ao futuro corpo.
Fazem-se várias voltas sobrepostas para construir o abdómen, com o objectivo de imitar o da formiga.
Coloca-se o hackle, dando uma volta com fio de montagem para segurar a ponta e aplica-se um pouco de cola de cianocrilato, para dar resistência à união.
Fazem-se quatro voltas com o hackle e prende-se novamente o extremo com o fio de montagem.
Dobram-se os pêlos do hackle para trás com os dedos para facilitar a construção da cabeça, conseguida também com várias voltas do fio.
Depois, ata-se com o nó e fixa-se com mais um pouco de cola de cianocrilato, para rematar.
Está feita a nossa formiga de asa, mas sem asas.
É exactamente por isso que as formigas caem na água, visto que perdem as asas naturalmente após algum tempo de voo…
Os barbos e as carpas e são os peixes mais gulosos por formigas e também mais interessantes para a pesca à pluma. No entanto as bogas, as percas, os escalos e bordalos e outros ainda, são também potenciais presas para a nossa simples formiga sem asas.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Walking the dog ou passear o cão...
Na categoria das amostras “passeantes” encontramos os iscos que trabalham à superfície, descrevendo um percurso de curtos ziguezagues. É o chamado “walking the dog” como dizem os americanos que se pode traduzir por “passear o cão”. Esta parábola surgiu porque quando passeamos o cão ele vai de um ao outro lado da rua, cheirando todos os obstáculos ao seu alcance.
Para conseguir esta acção deve imprimir-se na cana ao recolher, uma sequência de curtos e rápidos toques de ponteira, para que a amostra venha a até nós em constante mudança de direcção, enquanto se recolhe o fio. Nesta categoria de amostras, encontra-se aquela que conseguiu enganar o “nosso” recorde nacional e europeu. Não é de estranhar, visto que este tipo de iscos produz habitualmente peixes grandes.
São amostras que lançam bastante longe devido ao tamanho e consequentemente ao seu peso. A desvantagem disto surge aquando do contacto com a água, sendo habitualmente ruidoso. Por isso há necessidade de lançar para além do local onde pretendemos pescar, para que abordagem da amostra ao local pretendido seja mais natural. Ou ainda, pouco antes da queda na água, com o dedo indicador, trava-se a saída do fio, baixando ao mesmo tempo a ponteira da cana, conseguindo-se desta forma amortecer o impacto na água.
Como locais de eleição para a sua utilização encontram-se as árvores caídas, docas, plataformas de captações de água ou pilares de pontes, ou qualquer ouro tipo de estrutura que possa dar abrigo e local de emboscada a um achigã.
Quando utilizadas no mar os pontos ter em conta são os mesmos, ou seja a discrição ao contacto com a água e a sua utilização aplicada aos locais onde possam circular os predadores.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
O GPS - como funciona?
Este sistema, criado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos e com fins militares, foi posteriormente disponibilizado para a população civil de todo o planeta, embora o seu controlo e manutenção continue sob jurisdição do referido Departamento.
Existem actualmente dois sistemas de Navegação Global por Satélite em operação: O sistema GPS (Global Position System) Americano e o mais utilizado pela sociedade civil e o sistema GLONASS (Global Navigation Satellite System) Russo.
Um terceiro sistema denominado Galileu está em desenvolvimento na Europa com o objectivo de aumentar os níveis de precisão, importante para a segurança em todo o género de transportes, sem ser necessário expandir os sistemas existentes. Ainda assim, os sistemas GPS e GLONASS estão a ser desenvolvidos para conseguir uma maior precisão, utilizando estações terrestres e satélites geostacionários em regiões específicas.
Como funciona
Qualquer sistema de navegação e posicionamento global é constituído por uma constelação de satélites que circundam o planeta e transmitem sinais de rádio de alta-frequência. Estes sinais contêm dados de tempo e posição, que são recebidos num receptor - o nosso receptor GPS, e permitem obter a localização precisa, em qualquer ponto do globo em que nos encontremos.
Para o mínimo de precisão, o receptor necessita de informação recebida de pelo menos três satélites, que depois é apresentada como coordenadas no display do aparelho. Como sabemos, todos os locais do planeta são identificados por dois conjuntos de números denominados coordenadas. A coordenada de um local é o ponto exacto onde uma linha horizontal designada latitude, se cruza uma linha vertical designada longitude.
Desta forma e conhecendo a sua posição instantânea, além das coordenadas, o receptor de GPS facilmente calcula com precisão a velocidade - se estiver em deslocação, bem como tempos de viagem, distância percorrida, azimute, altitude, etc.. Pode inclusive fazer gráficos de altitude, traçar percursos, memorizar rotas percorridas, distâncias até ao destino, dependendo do grau de sofisticação de cada receptor.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A Snap Kick

Tem a particularidade de produzir uma natação irregular em zig-zag, mergulhando quando em pausa. Esta pausa e caída em direcção ao fundo torna-a extremamente provocante para os predadores, produzindo ataques frequentes nesta fase, uma vez que sugere um peixe pequeno em dificuldades para se manter a flutuar.
O seu trabalho não exige nenhuma técnica especial, bastando uns ligeiros e espaçados toques com a ponteira da cana mais baixa, enquanto se recupera a linha. Sendo afundante, quanto mais espaçados os toques ou o início do recolher de linha, maior será a profundidade de trabalho da Snap Kick.
O seu tamanho de 11,5 centímetros e o peso de 16,5 gramas tornam-na bastante polivalente, uma vez que tanto pode ser utilizada nas modalidades de spinning de mar, como para os predadores de água doce.
Desta feita os robalos, cavalas, achigãs, lúciopercas, trutas e outros comedores de peixe de todas as águas, terão que ter em conta que poderão ser facilmente enganados com um isco de plástico duro, que matreiramente lhes surgiu à frente.
É sem dúvida uma amostra indispensável na caixa de qualquer pescador de predadores!
A Lucky Craft é representada em Portugal pela Sulpesca.
domingo, 14 de setembro de 2008
Licença de Pesca no Multibanco - Parte II
Para quem tiver necessidade e oportunidade de usufruir desta nova modalidade, a TVNatur produziu uma reportagem muito elucidativa sobre este assunto cujo link aqui fica.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Use o Ecoogler!

A Organização concentra os seus esforços especialmente na protecção dos recursos naturais da Amazónia. Este tesouro da biodiversidade é a peça central da regulação climática mundial, que transforma a maior parte do CO2 em oxigénio.
A Aquaverde apoia ainda projectos que combinam a reflorestação com o desenvolvimento de uma economia sustentável das populações locais, propondo uma alternativa económica para a desflorestação.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
O FishBase

O site pode ser consultado na língua portuguesa o que certamente facilita quem não domina as outras línguas estrangeiras usadas no site.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
Feira Nacional de Caça e Pesca – Évora

A Organização espera receber entre 30 a 50 mil visitantes, bem como potenciais investidores nacionais e estrangeiros, para o sector e para a região. Estarão presentes cerca de setenta expositores com ligações a este sector, entre nacionais e estrangeiros, o que poderá classificar esta mostra como a maior a nível nacional, tendo a Caça a Pesca e a Natureza como pano de fundo. Paralelamente irá decorrer um vasto conjunto de actividades com o intuito de aproximar o caçador e pescador a este certame.
Uma novidade é a I Taça Portuguesa de Santo Humberto, que irá decorrer nos dias 16 e 17 de Setembro, na Herdade de Vale de Moura.
A Feira irá decorrer no Rossio de S. Brás e na Arena de Évora, com a entrada a custar 1,5€ por pessoa, preço meramente simbólico para a diversidade de actividades e temas disponibilizados.
PROGRAMA - Actividades da Feira Nacional de Caça e Pesca Évora 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Carpa em liberdade!
Foi pescada com uma amostra artificial destinada aos achigãs, mas que lhe terá parecido um bom petisco também.
Depois do combate, liberdade para o lutador.
Um agradecimento especial aos Deep Purple, pela banda sonora e ao Zé Pedro pela realização!
Campeonato Mundial, no Sabugal

Do programa fazem parte a recepção oficial, cerimónias de abertura e encerramento, bem como outras actividades durante o tempo em que decorre a prova.
Não sendo uma das muitas modalidades de pesca que pratico, não deixa de ter lugar aqui, pela sua importância para a espécie e para a região. Poderá ser que, na sequência deste evento, as autoridades regionais olhem para a pesca na sua generalidade, para os rios e para os peixes que têm à porta de casa, como factores de desenvolvimento que devem ser preservados. Como aliás, se faz nos países evoluídos.
segunda-feira, 1 de setembro de 2008
O peixe-aranha
Mede entre 15 e os 20 centímetros de comprimento, tem uma cor amarelo-acastanhada no dorso e esbranquiçada no ventre, apresentando um formato alongado. Os olhos estão posicionados na zona superior da cabeça, indiciando que vê melhor para o nível superior. Vivem normalmente enterrados na areia onde esperam a próxima presa, visto que são predadores bastante agressivos, alimentando-se de pequenos peixes e organismos.
Muitas vezes, refere-se como solução de emergência e à falta de cuidados médicos próximos, aquecer o mais possível – até ao suportável, a zona da picada com um cigarro acesso. Por incrível que possa parecer está provado que o calor decompõe algumas substâncias activas do veneno, neutralizando-o em parte. Outra solução possível é mergulhar a zona afectada em água quente – o mais possível, afim de conseguir o mesmo objectivo.
No entanto, devem ser referidos os cuidados óbvios de evitar uma queimadura no local, porque certamente seria pior o remédio que a doença.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
À espera...
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Peixes morrem no Zêzere
Curiosamente acaba nas torneiras de quase dois milhões de lisboetas...
Ver vídeo da RTP aqui.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Substituir um passador de ponteira
Aqui fica passo a passo, como se substitui este elemento, de forma fácil e rápida.
Aqueça com um isqueiro a zona tubular do passador durante uns 5 a 7 segundos
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
O Jig
Jig… Isso mesmo. Pronuncia-se como se lê, sem entoação nenhuma! Não são muitos os pescadores que o usam, mesmo quem pesca com mais frequência e mesmo quem pesca embarcado.
Fisicamente um jig é bastante simples. Trata-se dum anzol, relativamente forte e grande, (geralmente entre os tamanhos 3/0 e 5/0) tendo junto à argola onde se empata o fio, um pedaço de chumbo em forma cónica ou esférica, habitualmente pintado. A amostra fica completa com um conjunto de finas tiras de silicone ou borracha, a que habitualmente se dá o nome de “saia” e com um dispositivo constituído por filamentos de plástico rijo que saem da “cabeça” de chumbo em direcção ao bico do anzol, sobrepondo-se ao mesmo. Este dispositivo denomina-se “anti-erva” e tem o importantíssimo papel de reduzir ou evitar que o anzol se prenda pelos sítios por onde passa, mesmo na vegetação e arbustos mais densos que possam existir.
Recentemente muitos jigs vêem equipados com um pequeno tubo colado ao corpo do anzol, com algumas esferas metálicas, com o fim de produzirem sons de forma a que o isco seja mais atractivo e ao mesmo tempo, mais facilmente localizável em condições de água mais barrenta ou menor luminosidade.
Este isco tem no entanto a particularidade de raramente se usar por si só. Ou seja, quase nunca se utiliza para pescar tal como foi descrito anteriormente. Normalmente utiliza-se com um “atrelado” que, tal como o nome sugere (dando a ideia que é rebocado), é aplicado na zona mais direita do anzol, que o veste e compõe para que fique mais atractivo pelo movimento, cor e sabor que se lhe adiciona.
Quanto aos pesos que habitualmente se utilizam, tenhamos em conta que nesta forma de pescar todo o material é peso-pesado. Os mais utilizados são os de 10 a 15 gramas.
Atrelados ou “trailers”
Nesta parte dos atrelados ou “trailers” como dizem os americanos, não existem regras, sendo o limite a nossa imaginação.
Estes atrelados como são fabricados com uma matéria perecível, são adquiridos em pequenos frascos onde estão mergulhados num líquido que os conserva. É de evitar porém, que fiquem sujeitos a altas temperaturas de Verão e mesmo assim têm algum tempo limite de conservação. Esta combinação do jig com o atrelado de courato de porco, é conhecida geralmente na gíria dos achiganistas por “jig-and-pig”.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Shad Rap Rapala - Euro 2008
O modelo de base que serviu para este tema foi a Shad Rap RS Suspending de 7 centímetros e a decoração adoptada consta da bandeira do país participante, aplicada lateralmente.
A colecção é constituída naturalmente pelas dezasseis amostras que representam os países envolvidos nesta competição Europeia.
A Rapala é representada no nosso país pela Normark.
Exposição Fotográfica "S. Miguel d´Acha - Gentes e Locais"

Clique no folheto para ampliarA mostra é constituída por vinte trabalhos a preto e branco e cor, com imagens de diversos locais da povoação, das gentes e dos costumes, como a feitura das tradicionais filhoses de Natal ou a Procissão do Sr. dos Passos, realizada por ocasião da Páscoa.
O autor tem ainda em exibição em moldura digital, um grande número de trabalhos e diversos temas, numa perspectiva de divulgação da sua actividade fotográfica que iniciou apenas com 10 anos de idade.
Resta apenas referir que o José Pedro tem 17 anos é meu filho e companheiro de pescarias…
Força aí, rapaz!
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
Anzóis “sem morte” ou pesca sem morte?
Dito da primeira forma, - anzóis sem morte - ficamos com a ideia que os peixes capturados não vão morrer e vão em paz à sua vida depois de libertados, se for essa a vontade do captor.
Por oposição, fica-se com a ideia também que os peixes capturados com “anzóis com morte” estarão condenados a pagar com a vida a ousadia de atacar os nossos iscos.
Como facilmente se percebe, um anzol sem morte pode espetar-se, da mesma forma que um normal, em zonas vitais para o peixe, como sejam a articulação do maxilar, nos canais olfactivos ou orgãos da visão, provocando-lhes lesões graves para o resto da vida, mesmo depois de libertado com todos requisitos do catch&release.
Somado a estas possibilidades temos ainda para complicar mais, as fisionomias das diferentes espécies. A boca de uma carpa é completamente diferente da boca de uma truta, porque é carnuda e calejada de revolver os fundos em busca de comida. Também uma truta de 300 gramas é diferente de uma truta de um quilo, pelo que as consequências do mesmo anzol espetado, são diferentes em cada uma das situações.
Conclusão: Parece-me demasiado pretensioso, mal dito até, chamar aos anzóis sem farpa “anzóis sem morte”, porque podem matar tal como os outros, nem que seja por serem utilizados por um pescador que sacrifica as suas capturas. Por oposição novamente, acho mal chamado aos anzol com barbela, "anzol com morte", porque pode ser utilizado por um pescador que preserva as espécies, que as manuseia com o máximo de cuidado e liberta.
É obvio que, quem pratica a PESCA SEM MORTE - esta sim, é a designação correcta -deverá considerar a possibilidade de utilizar todas as formas ao seu alcance, para que os danos nos exemplares que captura, tenham o menor impacto possível na sua sobrevivência.
Mas isso, na minha opinião, definitivamente não passa pela utilização exclusiva de anzóis sem farpa, embora possa ser uma contribuição.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Boston Whaler comemora 50 anos
Estas características determinaram que se tornem os barcos por excelência de várias entidades: Guarda Costeira Americana, barcos salva-vidas, barcos patrulha de vários serviços de fiscalização, Policias Marítimas, Serviços Portuários, e sobretudo por todos os que conhecem este fabricante e preocupam com a sua segurança na água.
Para que este ano seja mesmo inesquecível para a marca, a Boston Whaler recebeu o Prémio Inovação 2008 da NMMA, a Associação americana de fabricantes de artigos Náuticos.
Em Portugal, não existe actualmente nenhum representante oficial, segundo o site da marca. Felizmente sou um dos pouquíssimos proprietários de um Boston Whaler no nosso país. Trata-se de um Dauntless de 15 pés (4,70 mts) que utilizamos quer na pesca de água doce, quer no mar, após as alterações que demoram pouco a concretizar.
Sem qualquer dúvida, é o barco que preenche todas as minhas necessidades e exigências e não vejo nenhum modelo e marca que o possa vir a substituir. Provavelmente será o barco da minha vida.





